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  • MANOEL DE OLIVEIRA • ANÁLISE ESTÉTICA DE UMA MATRIZ CINEMATOGRÁFICA • NELSON ARAÚJO (ORG.)

MANOEL DE OLIVEIRA • ANÁLISE ESTÉTICA DE UMA MATRIZ CINEMATOGRÁFICA • NELSON ARAÚJO (ORG.)

15,90 €  
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MANOEL DE OLIVEIRA • ANÁLISE ESTÉTICA DE UMA MATRIZ CINEMATOGRÁFICA • Nelson Araújo (org.) • 2014 Edições 70 219 pgs • Textos de Nelson Araújo, Carlos Melo Ferreira, António Preto, Carolin Overhoff Ferreira & Mathias Lavin • Inclui entrevista com o realizador • 102 Arte & Comunicação • PVP 15,90€ • Linha de Sombra • Cinemateca Portuguesa ■

“Recentemente saído da gaveta, quando tudo levaria a crer que o filme nunca passaria do papel (sobretudo porque a planificação já havia sido duas vezes publicada, O ESTRANHO CASO DE ANGÉLICA constitui um caso singular no percurso de Manoel de Oliveira. Trata-se, com efeito, do estranho caso de um filme realizado decorridos quase sessenta anos sobre a sua concepção. As primeiras versões do guião - os guiões dos filmes de Oliveira são, quase sempre, objecto de sucessivas versões - remontam a 1952, sendo aquela que se conhece, impressa com o título original, Angélica, datada de 18 de Junho de 1954. É certo que por esta altura - mais concretamente entre 1942 e 1956 - numerosos foram os projectos não realizados. No entanto, com Angélica era a primeira vez que Oliveira apresentava uma candidatura a um financiamento público, repetidamente recusado até 1955, ano em que parte para a Alemanha, onde frequentou um curso sobre a utilização da cor no cinema. No regresso, Oliveira põe termo a um longo período de inactividade (14 anos sem filmar, a mais longa interrupção do seu trabalho que só o mau acolhimento de ANIKI-BÓBÓ e o facto de não ser um cineasta «alinhado» com o regime o permitem explicar), realizando, a partir do confronto entre o cinema e a pintura, o primeiro filme a cores revelado em Portugal, O PINTOR E A CIDADE, sendo este igualmente o primeiro filme em que assegura individualmente todos os postos e etapas do trabalho (produção, realização, fotografia e montagem).”

RELAÇÕES COM A LITERATURA, António Preto

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